Ibama abre 108 vagas para analista ambiental; salário é de R$ 5,4 mil

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) abriu 108 vagas em concurso para o cargo de analista ambiental, que é para candidatos com nível superior. Do total das vagas, oito são reservadas a candidatos portadores de deficiências. A remuneração é de R$ 5.441,24 para jornada de 40h semanais.

Os aprovados trabalharão na administração central do órgão e nas unidades do Distrito Federal e do Estado do Rio de Janeiro. Para se inscrever, os candidatos devem possuir diploma de graduação em qualquer área de formação. As vagas estão distribuídas por temas: 60 para licenciamento ambiental, 27 para monitoramento, regulação, controle, fiscalização e auditoria ambiental e 21 para gestão, proteção e controle da qualidade ambiental.

As inscrições devem ser feitas entre os dias 5 e 26 de novembro, por meio do site www.cespe.unb.br/concursos/ibama_12_analista_ambiental. A taxa de inscrição é R$ 75. Os candidatos deverão optar, no momento da inscrição, por um tema para o qual vão concorrer. A prova objetiva e discursiva está prevista para ser aplicada no dia 20 de janeiro.

Leis especiais combateriam crimes contra raridades da fauna russa

Rússia quer aumentar repressão ao tráfico de animais

O parlamento russo deverá discutir a criação de leis que criminalizem o tráfico de animais ameaçados de extinção. A declaração foi prestada por representantes do Ministério do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais do país. O documento tratará da criação ilegal, transporte e venda de tigres, leopardos e outros representantes raros da fauna da Rússia.

Segundo o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) da Rússia, entre 50 e 60 tigres siberianos são mortos anualmente. Mas, de acordo com Vladimir Krever, membro da organização, uma avaliação mais precisa dos dados poderia mostrar números ainda maiores. Recentes prisões de pessoas que comercializavam peles desses animais indicam a morte de pelo menos 18 tigres.

A situação dos ursos também não é das melhores. A utilização de patas e vesículas biliares desses animais na produção de remédios é muito comum na medicina chinesa. Neste país também é comum o uso de glândulas de veado-almiscareiro, encontrado na Sibéria, na fabricação de perfumes. Alguns ambientalistas pedem que na nova lei sejam incluídas penas semelhantes àquelas aplicadas nos casos de tráfico de drogas ilícitas. Na Rússia, a legislação contra o comércio, produção e posse de narcóticos prevê até 10 anos de prisão para os envolvidos.

A caça ilegal é muito popular na Argentina e também inclui espécies protegidas e ameaçadas de extinção.

Os estragos da caça furtiva na Argentina


O país apresenta diferentes modos de jogo: o de subsistência, especialmente praticados por comunidades indígenas para a alimentação.

Caça Cultural em animais acreditavam poderes "mágicos" ou especiais como algumas tartarugas ou sapos, o comércio, como coypo caça de pêlo, ea lebre, para a carne, o esporte, praticado em espécies menores, como patos, pombos e perdizes ou mais como cervos, javalis ou antílope.

A caça furtiva é a caça ilegal. Milhares são exemplos deste jogo marginal torná-lo o mais popular de todos os que existem em nosso país. Só para dar alguns exemplos, podemos citar sobre as espécies protegidas e espécies ameaçadas de extinção, como veado-campeiro, cervo dos pântanos, o cervo andino e colorado gansos, entre outros.

Recentemente, o país foi tocado por caça ilegal missões uma onça-pintada que estava sendo investigado por biólogos. Na verdade, ele foi morto quando ele era um transmissor de rádio colar pelo qual as pessoas conheciam seus hábitos (informações cruciais para a conservação das espécies).

Como parte da campanha "A Floresta Luto", realizada no fim de aumentar a consciência pública sobre a situação da onça-pintada e relatório do que aconteceu recentemente, 100.000 pessoas apoiadas por assinar a petição que apela aos governos nacionais provincial e alocar mais orçamento, mais guardas, melhorias de infra-estrutura e os controles contra a caça ilegal em áreas protegidas, para promover a conservação da espécie. Por sua vez, visitou 13 cidades em Misiones norte para compartilhar informações com os moradores locais, como carregar um emblema jaguar gigante.