Balão foi a causa do incêndio na Mata Atlântica na Serra da Tiririca, em Itaipuaçu, Maricá (RJ).

Balão foi motivo de incêndio, segundo o Corpo de Bombeiros. 
 (Foto: Romário Barros/Lei Seca Maricá)


Foi controlado por volta das 16h deste sábado (24) o grande incêndio que atingiu uma área de Mata Atlântica na Serra da Tiririca, em Itaipuaçu, Maricá (RJ). Um balão provocou o incêndio destruíndo uma área de dois mil metros quadrados. O combate as chamas era feito desde às 11h da manhã. Um helicóptero Águia foi usado no trabalho, já que a área é de difícil acesso. A ação envolveu agentes da Defesa Civil, guardas parques e policiais militares.

Fonte: 

Apoio internacional deve coibir comércio de animais em extinção



A 16ª Conferência da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites) foi realizada na Tailândia até quinta-feira, 14 de março. Enquanto alguns países alertaram para a ameaça aos elefantes, caçados devido ao marfim, e aos crocodilos (em razão do couro), o Brasil tentava alertar a mais de 170 países sobre o risco da superexploração do setor pesqueiro para quatro espécies marinhas.

Depois de uma batalha que durou dez dias, o país conseguiu uma vitória internacional histórica: o apoio de 120 nações para o controle sobre o comércio internacional de três espécies de tubarão: martelo (hammerheads), galha-branca (oceanic whitetip) e Lamna nasus (porbeagle), além das raias-jamanta (manta rays).

Segundo a oceanógrafa e analista ambiental, Monica Brick Peres, gerente de biodiversidade aquática e recursos pesqueiros da secretaria de biodiversidade e floresta do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o alto preço cobrado no mercado internacional pela barbatana ameaça as espécies no mundo e no território brasileiro.

O alto preço cobrado no mercado internacional pela barbatana ameaça as espécies no mundo e no território brasileiro. "Essas espécies estão ameaçadas de extinção no mundo e no Brasil, com declínios populacionais acentuados. A principal ameaça a todas elas é o mercado internacional de barbatanas (nadadeiras, no caso de tubarões e guelras, no caso das arraias), que atingem altíssimo valor no mercado oriental", afirmou Monica à Agência Brasil. Ela foi uma das coordenadoras da proposta brasileira.

A analista ambiental destacou que a inclusão dessas espécies não significa proibição de pesca ou limitação de mercados, mas um maior controle do comércio.

A conferência também rendeu a votação brasileira a favor de várias propostas de controle e proteção de outras espécies ameaçadas.

Fonte:   
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Vírus causa tumor raro em guaxinins nos EUA

Cientistas não acreditam em contágio em humanos e em animais domésticos

Guaxinins
Guaxinins foram vistos vagando à luz do dia, aproximando-se dos seres humanos e caindo inconscientemente, geralmente com sinais de sofrimento neurológico (Thinkstock)
Um vírus desconhecido está sendo apontado como a causa de tumores muito raros encontrados em guaxinins no Norte da Califórnia e no sul de Oregon, nos Estados Unidos. Também conhecidos como racuns, os guaxinins foram vistos vagando à luz do dia, aproximando-se dos seres humanos e caindo inconscientemente, geralmente com sinais de sofrimento neurológico. Segundo os cientistas, nunca nada do gênero havia ocorrido com esses animais. Mas, tranquilizam os cientistas, não há razões para se pensar num contágio aos humanos.
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Novel Polyomavirus associated with Brain Tumors in Free-Ranging Raccoons, Western United States


Onde foi divulgada: periódico Emerging Infectious Diseases


Quem fez: Florante N. Dela Cruz, Federico Giannitti, Linlin Li, Leslie W. Woods, Luis Del Valle, Eric Delwart, and Patricia A. Pesavento


Instituição: Universidade da Califórnia, Estados Unidos


Dados de amostragem: 52 guaxinins


Resultado: Dez dos 52 guaxinins foram diagnosticados com câncer relacionado ao ainda desconhecido poliomavírus.
A pesquisa foi feita por um grupo de patologistas, virologistas, veterinários e ecologistas interessados ​​em padrões de doenças infecciosas nos humanos com conexão com a vida selvagem. Uma amostra de 52 guaxinins foi necropsiada entre março de 2010 e maio de 2012 no Laboratório de Segurança Alimentar e Saúde Animal da Califórnia e, em dez deles, foram diagnosticados tumores, que cresceram a partir do nariz e se estenderam para o cérebro.
"Nós supomos que o poliomavírus está contribuindo para a formação dos tumores. Mas não acreditamos que haja risco para qualquer outra espécie e, de fato, o tumor é raro em guaxinins", informou Patricia Pesavento, professora de Patologia Anatômica da Universidade da Califórnia, que também declara não haver risco de infecção a humanos.
Segundo ela, os guaxinins não estão em extinção e são mortos muito mais por atropelamento de carros do que por esta forma desconhecida de poliomavírus, que faz parte de um grupo de vírus conhecido por causar uma forma rara de câncer de pele em humanos, e tumores em outros animais, entre eles ratos e pássaros. 
Nômades - De acordo com o estudo, os guaxinins em áreas geograficamente afetadas têm um estilo de vida nômade e suburbano. Eles usam linhas de água e esgoto para viagens e estão presumivelmente expostos a urina, lixo, toxinas e patógenos ambientais, incluindo o poliomavírus, que tem sido detectado em amostras brutas de esgoto em todo o mundo. "Nós estamos tentando ver se o impacto humano nos guaxinins está contribuindo para a formação do tumor. É uma questão difícil de responder, considerando o stress, a poluição e o espaço compartilhado entre pessoas e guaxinins", disse Patricia ao site de VEJA.
É também possível que o vírus seja um patógeno oportunista sinalizando algum problema mais profundo em guaxinins, como surtos de sarcoma de Kaposi, um outro tipo raro de câncer que prospera no sistema imunológico comprometido de pessoas com aids, sinalizando o início da epidemia do HIV. Mas segundo a professora Patrícia Pesavento, ainda é cedo para saber a razão da doença. "Temos que descobrir a causa para podermos saber como ajudar", relatou.

FONTE

Um pequeno vídeo que satiriza a forma como o Homem tem transformado o planeta Terra


Derramamento de óleo causa morte de tartarugas no México.

Foi determinado que existem elevadas concentrações de hidrocarbonetos nos seus tecidos 

Um estudo realizado sobre as tartarugas encontrados mortos no mês passado nas praias de Salina Cruz, no estado mexicano de Oaxaca, diz que há altas concentrações de hidrocarbonetos nos tecidos das tartarugas, principalmente no fígado, as autoridades nesta segunda-feira.

O secretário de Meio Ambiente e Recursos Naturais do México, Juan Rafael Elvira Quesada disse no resultado lançada, a Procuradoria Federal de Proteção Ambiental (Profepa) apresentou nesta quarta-feira as acusações adequadas penal contra a pessoa responsável por essas mortes.

O funcionário também disse que "instruiu a agência para acompanhar o cumprimento atempado por (a estatal Petróleos Mexicanos) Pemex, medidas corretivas ordenados para compensar os danos causados ​​ao ecossistema marinho, uma vez que eles não têm satisfeito com a presteza necessária ".
Segundo Profepa, 13 tartarugas oliva ridley mar (Lepidochelys olivacea) provavelmente morreram como resultado do vazamento de petróleo registrado em agosto passado 11 em praias daquela entidade.

A contingência ambiental do derramamento de óleo gerada a partir de uma bóia simples (instalação para o carregamento de petróleo para navios) da Pemex em Salina Cruz. O incidente chocou não só as tartarugas, mas as praias e vegetação de mangue.

25 espécies de primatas em risco de desaparecer nas próximas décadas pela pressão humana em seus habitats.

O tradicional documento da União Internacional para a Conservação da Natureza elenca as 25 espécies de primatas
em risco de desaparecer nas próximas décadas pela pressão
humana em seus habitats

                                                                                                             Ricardo Carvalho     

Cebus kaapori, endêmico da região da Amazônia, corre risco crítico de extinção. De acordo com a pesquisadora Liza Veiga, do Museu Paraense Emílio Goeldi, a população da espécie foi reduzida em 80% ao longo das últimas três gerações, pouco menos de 50 anos (Marcelo Marcelino/ICMBio)
A tradicional lista de primatas mais ameaçados de extinção no mundo, divulgada bianualmente pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), em parceria com outras entidades, trouxe em 2012 duas espécies brasileiras, o bugio-marrom (Alouatta guariba guariba) e o macaco-caiarara (Cebus kaapori). A escolha, anunciada na última semana, avaliam os especialistas, visa colocar em destaque internacional a situação de perigo não só desses dois primatas, mas dos biomas (conjunto de tipos de vegetação que abrange grandes áreas contínuas, em escala regional, com flora e fauna similares: a Amazônia e a Mata Atlântica, por exemplo, são biomas) onde eles vivem.

O Cebus kaapori habita uma porção de floresta amazônica que se estende de Belém, no Pará, a São Luís, no Maranhão. O habitat do macaco, numa região conhecida por Centro de Endemismo Belém, onde começa o "arco do desmatamento", convive com índices intensos de derrubada de matas. De acordo com a pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi (Belém), Liza Veiga, o Centro de Endemismo Belém, uma das mais antigas ocupações humanas na Amazônia, tem 67% de seu território desmatado. "Ele (Cebus kaapori) é talvez o primata mais ameaçado da Amazônia, situação causada principalmente pela drástica redução de seu habitat", diz a pesquisadora. As matas remanescentes, bastante fragmentadas, estão em terra indígenas e em unidades de conservação, que vivem sob constante pressão humana.

Não se sabe ao certo quantos exemplares existem do macaco-caiarara. Liza calcula, no entanto, que a extração madeireira, a caça ou mesmo a derrubada seletiva de árvores tenha causado, ao longo das últimas três gerações – pouco menos de 50 anos –, uma drástica redução de 80% da população do animal. "Se o desmatamento continuar, há um alto risco de o kaaporidesaparecer nos próximos 30 anos."

Luis Paulo Pinto/ICMBio
O Alouatta guariba guariba é o outro primata brasileiro na lista da IUCN

Mata Atlântica 

O outro integrante brasileiro do levantamento é o bugio-marrom (Alouatta guariba guariba). Essa espécie, de acordo com Leandro Jerusalinsky, coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação dos Primatas Brasileiros, foi escolhida por representar a perda da biodiversidade na Mata Atlântica, bioma que conta com somente 7% da sua cobertura original. "Hoje, cerca de 70% dos primatas que ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçados", afirma Jerusalinsky.

Com uma população remanescente de apenas 250 indivíduos, espalhada em menos de 10 localidades com ocorrência confirmada, oAlouatta guariba guariba provavelmente foi extirpado da Bahia, segundo o especialista. “E a Mata Atlântica no Nordeste é justamente a mais vulnerável.” Acredita-se que as comunidades do Alouatta guariba guariba se estendiam até o Recôncavo baiano, mas a caça e a perda de habitat provavelmente as extinguiram nas áreas mais ao norte de Mata Altântica. Hoje, a população do macaco se concentra no vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais.

Existe pelo menos uma dezena de primatas brasileiros que se encontram em situação de risco crítico, semelhante às duas espécies que figuram na lista deste ano da IUCN. O bugio-marrom e o macaco-caiarara ainda são pouco conhecidos e não contam com programas de proteção específicos. Espera-se que a visibilidade dada pela lista contribua para a elaboração de projetos de conservação.

Alertas

CENTRO DE ENDEMISMO: Cada setor da Amazônia possui o seu conjunto de espécies endêmicas. As áreas que possuem duas ou mais espécies endêmicas são denominadas centros de endemismo. 

ARCO DO DESMATAMENTO: Com 500.000 km² de terras, que incluem áreas do Pará, Mato Grosso, Rondônia e Acre, o "arco do desmatamento" é onde ocorrem os maiores registros de desatamento no Brasil.

LÊMURES: Primata endêmico de Madagascar, há 103 espécies de lêmures existentes. Pela intensa perda de habitat na ilha africana, os lêmures são considerados, pela IUCN, o grupo de primatas mais ameaçado do planeta.

Uma ilha em perigo

– O país em situação mais crítica no levantamento, entretanto, está a mais de 10.000 quilômetros do Brasil. A ilha de Madagascar, que se descolou da África continental há 160 milhões de anos, conta com seis primatas em risco de desaparecer na lista da IUCN. O número é maior do que o de toda a África continental (cinco espécies) e só perde para a Ásia (nove).

Para se ter uma ideia do nível de ameaça de algumas espécies, o lêmure desportista-do-norte (Lepilemur septentrionalis), um dos animais malgaxes em situação mais ameaçada, conta com uma população estimada em apenas 19 indivíduos.

Russell Mittermeier é presidente da Conservação Internacional e do grupo de especialistas em primatas da IUCN. De um hotel em Hyderabad, cidade indiana onde aconteceu a Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas, Mittermeier explicou que os primatas de Madagascar sofrem com o intenso desmatamento de seu habitat. Como cerca de 90% da mata nativa do país foi derrubada, restou à população de primatas pouco mais de 60.000 quilômetros quadrados. "As pressões sobre as espécies são muito grandes", avalia o biólogo.

A perda de biodiversidade na ilha preocupa os cientistas. Por ter se separado do continente há milhões de anos, praticamente 100% das espécies de primatas são endêmicas – ou seja, só existem ali. "Madagascar não pode ser comparado com nenhum lugar do mundo, é um caso de endemismo espetacular. Os animais malgaxes estão separados de outros primatas do planeta por muitos milhões de anos", afirma o presidente da CI. A apreensão de Mittermeier só aumenta ao citar o atual quadro de instabilidade política no país. Um golpe militar em 2009 intensificou a atividade humana sobre as poucas matas remanescentes e interrompeu o financiamento internacional a projetos de preservação.

"A quase completa ausência de fiscalização de qualquer lei ambiental levou a um surto vertiginoso de desmatamento ilegal e de caça de lêmures em todo o país. Muitas áreas que antes estavam razoavelmente protegidas, agora se tornaram unidades de conservação apenas no papel", diz Christoph Schwitzer, chefe de pesquisa da Bristol Conservation and Science Foundation, outra organização responsável por elaborar a lista. O país é o segundo com maior diversidade de primatas no mundo, atrás apenas do Brasil.

Ibama abre 108 vagas para analista ambiental; salário é de R$ 5,4 mil

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) abriu 108 vagas em concurso para o cargo de analista ambiental, que é para candidatos com nível superior. Do total das vagas, oito são reservadas a candidatos portadores de deficiências. A remuneração é de R$ 5.441,24 para jornada de 40h semanais.

Os aprovados trabalharão na administração central do órgão e nas unidades do Distrito Federal e do Estado do Rio de Janeiro. Para se inscrever, os candidatos devem possuir diploma de graduação em qualquer área de formação. As vagas estão distribuídas por temas: 60 para licenciamento ambiental, 27 para monitoramento, regulação, controle, fiscalização e auditoria ambiental e 21 para gestão, proteção e controle da qualidade ambiental.

As inscrições devem ser feitas entre os dias 5 e 26 de novembro, por meio do site www.cespe.unb.br/concursos/ibama_12_analista_ambiental. A taxa de inscrição é R$ 75. Os candidatos deverão optar, no momento da inscrição, por um tema para o qual vão concorrer. A prova objetiva e discursiva está prevista para ser aplicada no dia 20 de janeiro.

Leis especiais combateriam crimes contra raridades da fauna russa

Rússia quer aumentar repressão ao tráfico de animais

O parlamento russo deverá discutir a criação de leis que criminalizem o tráfico de animais ameaçados de extinção. A declaração foi prestada por representantes do Ministério do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais do país. O documento tratará da criação ilegal, transporte e venda de tigres, leopardos e outros representantes raros da fauna da Rússia.

Segundo o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) da Rússia, entre 50 e 60 tigres siberianos são mortos anualmente. Mas, de acordo com Vladimir Krever, membro da organização, uma avaliação mais precisa dos dados poderia mostrar números ainda maiores. Recentes prisões de pessoas que comercializavam peles desses animais indicam a morte de pelo menos 18 tigres.

A situação dos ursos também não é das melhores. A utilização de patas e vesículas biliares desses animais na produção de remédios é muito comum na medicina chinesa. Neste país também é comum o uso de glândulas de veado-almiscareiro, encontrado na Sibéria, na fabricação de perfumes. Alguns ambientalistas pedem que na nova lei sejam incluídas penas semelhantes àquelas aplicadas nos casos de tráfico de drogas ilícitas. Na Rússia, a legislação contra o comércio, produção e posse de narcóticos prevê até 10 anos de prisão para os envolvidos.

A caça ilegal é muito popular na Argentina e também inclui espécies protegidas e ameaçadas de extinção.

Os estragos da caça furtiva na Argentina


O país apresenta diferentes modos de jogo: o de subsistência, especialmente praticados por comunidades indígenas para a alimentação.

Caça Cultural em animais acreditavam poderes "mágicos" ou especiais como algumas tartarugas ou sapos, o comércio, como coypo caça de pêlo, ea lebre, para a carne, o esporte, praticado em espécies menores, como patos, pombos e perdizes ou mais como cervos, javalis ou antílope.

A caça furtiva é a caça ilegal. Milhares são exemplos deste jogo marginal torná-lo o mais popular de todos os que existem em nosso país. Só para dar alguns exemplos, podemos citar sobre as espécies protegidas e espécies ameaçadas de extinção, como veado-campeiro, cervo dos pântanos, o cervo andino e colorado gansos, entre outros.

Recentemente, o país foi tocado por caça ilegal missões uma onça-pintada que estava sendo investigado por biólogos. Na verdade, ele foi morto quando ele era um transmissor de rádio colar pelo qual as pessoas conheciam seus hábitos (informações cruciais para a conservação das espécies).

Como parte da campanha "A Floresta Luto", realizada no fim de aumentar a consciência pública sobre a situação da onça-pintada e relatório do que aconteceu recentemente, 100.000 pessoas apoiadas por assinar a petição que apela aos governos nacionais provincial e alocar mais orçamento, mais guardas, melhorias de infra-estrutura e os controles contra a caça ilegal em áreas protegidas, para promover a conservação da espécie. Por sua vez, visitou 13 cidades em Misiones norte para compartilhar informações com os moradores locais, como carregar um emblema jaguar gigante.

Animais com sinais de maus-tratos são apreendidos em Praia Grande



Sete aves e duas tartarugas estavam dentro de gaiolas sujas.

O dono da residência irá responder por crime ambiental.


Tartarugas em Cativeiro (Foto: Reprodução/TV Tribuna)Tartarugas foram encontradas dentro de aquário
sujo (Foto: Reprodução/TV Tribuna)
Nove animais com sinais de maus-tratos e dentro de gaiolas foram apreendidos pela Polícia Militar Ambiental na noite desta sexta-feira (11), em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Um homem foi detido, mas responderá por crime ambiental em liberdade.
Uma denúncia anônima levou os policiais a uma residência no Parque das Américas. De acordo com a Polícia Ambiental, vários animais estavam em gaiolas sujas e com sinais de maus tratos. O dono da casa confirmou que não tinha licença para manter as espécies em cativeiro. Ao todo, foram apreendidos sete aves nativas da Mata Atlântica e duas tartarugas.


O homem foi conduzido ao 2º Distrito Policial de Praia Grande e irá responder em liberdade pelo crime ambiental de maus-tratos a animais e por mantê-los em cativeiro sem autorização. Ele terá que pagar uma multa de até R$ 11 mil. Os animais foram levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de São Vicente, onde receberão tratamento adequado.

Base do Projeto Tamar é inaugurada e tartarugas são soltas em Vitória


Nova base fica na Ilha do Papagaio, na Praça do Papa.
Segundo projeto, Vitória tem alto índice de tartarugas mortas no mar.



Uma nova base do Projeto Tamar foi inaugurada em Vitória, na manhã desta quarta-feira (23). A base fica na Ilha do Papagaio, ao lado da Praça do Papa, na Praia do Suá. A inauguração foi realizada durante a Feira do Verde, que acontece até o próximo dia 27.

Segundo o Projeto Tamar, a causa da criação de mais uma base é o grande número de tartarugas mortas que têm aparecido em Vitória. "Aqui temos o maior índice de tartarugas mortas, seja por captura em redes, por ingestão de lixo, ou até doenças que têm sido detectadas em áreas poluídas do mar", diz o coordenador do Projeto Tamar, João Carlos Thomé.

Para marcar o início das atividades da nova base na capital, duas tartarugas verdes foram soltas no mar.

De acordo com o Projeto Tamar, somente em 2011, 250 tartarugas mortas apareceram nas praias capixabas. Entre elas, muitas tartarugas gigantes foram encontradas. No litoral Norte do Espírito Santo, somente no último mês, quatro tartarugas gigantes foram encontradas. O Ibama informou que realiza fiscalizações quanto à pesca com redes irregulares em todo o estado. Neste ano, está em curso a operação Argos, de combate à pesca ilegal. Também segundo o Ibama, as redes apreendidas são incineradas e não podem ser reaproveitadas.

Uma rinha de pássaros foi desmontada no início da tarde de ontem na Vila Príncipe de Gales, em Santo André. Por meio de denúncia anônima, policiais militares da 2ª Companhia do 10º Batalhão chegaram ao sobrado de três andares, na Rua Teresina, que abrigava a prática ilegal. Trinta e duas pessoas foram detidas e encaminhadas ao 2º Distrito Policial da cidade.

No local, policiais ambientais encontraram 79 canários-da-terra e um trinca-ferro, justamente espécies ameaçadas pela caça e tráfico de animais. A maioria estava dentro de pequenas malas - de madeira ou revestidas por couro - com capacidade para guardar dois casais. Usadas para transportar as aves, parecem maletas comuns quando estão fechadas.

Os pássaros estavam no andar térreo da residência. Para entrar no ambiente, era preciso passar por uma porta com isolamento acústico. Latas de cerveja, marmitas, copos e uma garrafa de café evidenciavam a reunião.

Cercada por bancos de madeira, uma mesa mantinha a grande gaiola que funcionava como rinha. Nela, duas fêmeas eram colocadas em pequenos compartimentos separados, onde começavam a se desentender. Pouco depois, os machos irritados eram soltos em área maior na qual brigavam até que um deles morresse ou desistisse da luta.

Os acusados responderão pelo crime contra o meio ambiente por usar espécies da fauna silvestre de forma indevida. A pena é de seis meses a um ano, além de multa que, nesse caso, corresponde a R$ 1.000 por ave (R$ 80 mil no total).

Os pássaros poderão ser encaminhados à Divisão Técnica de Medicina Veterinária e Manejo da Fauna Silvestre ou para o Parque Ecológico do Tietê, em São Paulo. Denúncias contra crimes ambientais podem ser feitas pelo 0800 11 3560 ou 4123-4586.

Autoridades chinesas mandam encerrar fábrica de químicos.


As autoridades reagiram este domingo após milhares de pessoas se terem manifestado reclamando a deslocalização da fábrica de produtos químicos devido a receios de poluição.

A polícia anti-motins foi chamada a intervir mas à excepção de alguns incidentes isolados não há notícia de confrontos.

O evento envolveu mais de 12 mil pessoas na cidade portuária de Dalian, no nordeste da China.

Os manifestantes afirmam-se preocupados com a possibilidade de ocorrência de um desastre ambiental na fábrica que produz paraxileno, produto de elevado teor tóxico.

No dia 8 de agosto, os residentes próximos à fábrica foram evacuados depois de vagas provocadas por uma tempestade terem danificado um dique de proteção criando um risco de desastre ambiental.

Desde então o dique teria sido reparado mas isso não bastou para acalmar os manifestantes que reclamam um ambiente saudável.


Veja o vídeo: Aqui..

Congresso debate os desafios para o Direito Ambiental


No dia do encerramento do Congresso Internacional de Direito Constitucional “A Constituição e o Meio Ambiente”, realizado neste dia 27, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, o ministro Gilmar Mendes proferiu palestra com o tema “A Constituição Federal e o Meio Ambiente na Jurisprudência do Supremo Tribunal Federal”. 

Ele destacou a importância do congresso racionalizar o debate sobre as questões ambientais e lembrou que o Congresso tem o desafio de encontrar o ponto de equilíbrio com relação à competência dos Estados e da União. “Temos que definir quais os limites de atuação de cada uma das esferas. O que vem ocorrendo, é que muitas questões acabam sendo resolvidas no Supremo, mas o Congresso precisa inverter esse trânsito. Hoje muitas atos do Judiciário acabam por definir o que é competência ou não da União”, declarou Mendes.

O ministro citou como exemplo o debate sobre a transposição das águas do Rio São Francisco. “As águas dos rios são bens comuns, e o STF definiu que o assunto deve ser discutido no âmbito federal, ou seja, pela União.

O senador Pedro Taques, em palestra realizada no mesmo dia e evento, concordou com Mendes sobre o desafio do Congresso. “Mas enquanto o Senado e Câmara Federal não decidem quem é responsável pelo quê, o Judiciário precisa decidir”, disse Taques em entrevista ao Circuito Mato Grosso.

O professor da Universidade Federal de Mato Grosso, Valério Mazzuoli, proferiu palestra sobre Os Desafios do Direito Brasileiro na área do Meio Ambiente. Entre outras declarações, o professor afirmou que o Congresso brasileiro pouco observa os tratados internacionais na hora de decidir sobre questões ambientais. “É como se as convenções internacionais não estivessem publicados no Diário da União, como se servissem para simples diplomacia.

Iniciado nesta sexta (26), o congresso também abordou elaboração do Código Florestal e o desenvolvimento sustentável. No primeiro dia de evento, também ministraram palestras os parlamentares, Kátia Abreu, senadora de Tocantins; Jorge Viana, senador do Acre; e Aldo Rebelo, deputado federal e relator do Código Florestal. O tema atraiu manifestantes que nesta sexta reivindicaram maior participação da sociedade nas discussões sobre as novas leis ambientais.

O Congresso foi realizado pela União do Ensino Superior de Diamantino (UNED), com patrocínio do Instituto Brasiliense de Direito Público - IDP, Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Editora Consulex e OAB-MT, e contou o patrocínio de Associação Mato-grossense de Produtores de Algodão (AMPA), Cargill, Grupo MPE, Governo de Mato Grosso, Assembléia Legislativa, Marfrig, TBM Textil, Noble do Brasil e Aprosoja.

Fotógrafo faz retratos de espécies ameaçadas de extinção

O americano Joel Satore fotografou animais ameaçados de extinção em estúdio, como parte de um projeto para aumentar a conscientização sobre a preservação da vida selvagem. Acima, um babuíno de cinco meses de idade, criado em cativeiro.

O americano Joel Satore fotografou animais ameaçados de extinção em estúdio

Ver Fotos: Aqui...

O americano Joel Satore fotografou animais ameaçados de extinção em estúdio, como parte de um projeto para aumentar a conscientização sobre a preservação da vida selvagem. Satore, de 49 anos, fotografou a maior parte dos animais contra fundos brancos ou pretos, para dar mais destaque à aparência impressionante das espécies.

Para ele, as fotografias de estúdio fazem com que todos os animais tenham o mesmo tamanho proporcional e sejam tratados com a mesma importância. O americano é fotógrafo da National Geographic Society há 20 anos, e planeja registrar espécies em extinção em todo o mundo.

"As pessoas não vão tentar salvar os animais se não souberem que eles existem." Satore reuniu algumas das imagens no livro Rare - America's Endangered Species (Raros - As espécies ameaçadas da América)

Praias de Fortaleza não têm placas que avisam sobre poluição

Governo diz que placas são arrancadas pela população e pelos donos de barracas. Hoje, 60% do litoral da cidade está impróprio para banho.

Foto: Daniel Aderaldo/iG

Praia do Mucuripe, em Fortaleza: cinco dos dez pontos em que são coletadas amostras de água do mar estão poluídos.

Fortaleza tem 27 quilômetros de orla marítima. A cor esverdeada e a temperatura agradável das águas do mar são um convite para o banho. O clima aprazível e tanta beleza, contudo, podem esconder perigos para a saúde dos banhistas. Um estudo mostra que 60% das praias de Fortaleza estão poluídas. Como não há nenhum tipo de sinalização informando sobre a balneabilidade das águas, como acontece em São Paulo, por exemplo, a população não tem como saber se pode ou não entrar na água.

A Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará (Semace) monitora a balneabilidade das águas da capital cearense e divulga boletins semanais informando quais pontos estão próprios para o banho e quais não estão. Analisando os boletins do primeiro semestre de 2011, os técnicos concluíram que 19 dos 31 pontos avaliados ao longo de toda a extensão do litoral da cidade estão poluídos.

O problema é que esses boletins são disponibilizados apenas no site do órgão responsável e por meio da imprensa local. Quem vai à praia no final de semana sem ler o jornal, portanto, corre o risco de nadar em águas que irão causar doenças intestinais e de pele, por exemplo. Não há nenhum tipo de informação nas praias informe o banhista sobre a qualidade das águas. Falta sinalização.

O gestor ambiental da Semace, Lincoln Davi Mendes, afirma que o órgão já tentou instalar placas nos pontos considerados impróprios, mas a iniciativa fracassou, porque, segundo ele, a própria população retirava a sinalização de alerta. “Nunca houve flagrante para dizer que é o barraqueiro ou os banhistas que tiravam as placas”, conta.

"O boca a boca funciona muito bem”, diz gestor ambiental do governo

Em praticamente todas as praias de Fortaleza, e não apenas na Praia do Futuro – a mais conhecida – , existem estabelecimentos comerciais instalados na areia, que oferecem comida, bebida e vários serviços. Essas “barracas de praia”, apesar de serem chamadas assim, em muitos casos, são verdadeiros complexos de lazer. Não seria comercialmente interessante estar instalado em um ponto da orla onde uma placa informa que o mar esta sujo.

No centro do litoral de Fortaleza, onde estão praias movimentadas como as do Náutico e Mucuripe, nos dez pontos em que são coletadas amostras de água do mar, a metade foi classificada como poluída. Próximo a tradicional feirinha de artesanato da avenida Beira Mar uma galeria pluvial gigante leva não apenas esgoto sem tratamento para o mar, como despeja junto dejetos sólidos. Mesmo com tanto lixo no entorno, ainda existem pessoas que utilizam a área para o lazer.

A presidenta da Associação dos empresários donos de barracas da Praia do Futuro, Fátima Queiroz, é proprietária de uma barraca há mais de 20 anos e diz que só uma vez foram instaladas sinalizações com aviso sobre a balneabilidade das águas. “Só em 1995, se não me engano, colocaram umas placas com hastes de ferro, que foram corroídas pela maresia até sumirem”, conta. Ela nega que os donos das barracas arranquem as placas.

Praia do Futuro

Foto: Daniel Aderaldo

Canal leva água poluída para o mar da Praia do Futuro

Os oito quilômetros de extensão da orla da Praia do Futuro já foram considerados um dos mais limpos entre as praias urbanas do Brasil. Segundo o relatório da Semace, no setor leste do litoral, onde está a Praia do Futuro, dos 11 pontos analisados, apenas cinco foram considerados próprios para banho.

A maior parte do problema está na rede de esgotamento sanitário do município, que cobre apenas 52% da cidade. Com isso, a população acaba ligando esgotos clandestinos às galerias pluviais. Essas galerias deveriam servir apenas para escoar a água da chuva. Como tudo que é coletado por elas vai parar no oceano, a sujeira acaba poluído as águas. Mas não são apenas residências que poluem o oceano com seus esgotos sanitários. Das 80 barracas em funcionamento na Praia do Futuro, apenas 23 estão ligadas à rede de esgoto. A Prefeitura de Fortaleza tem um projeto para mudar isso, mas foi embargado pelo Ministério Publico Federal.

O rio Cocó, que deságua nesse trecho do litoral, aumenta a poluição. O rio nasce na Serra de Aratanha em Pacatuba, na região metropolitana, e tem 87,5% dos seus 50 quilômetros de extensão poluídos. Todo dejeto que é jogado nesse rio também vai parar no oceano, como acontece com as galerias pluviais.

Periferia

Na outra ponta da orla de Fortaleza é o rio Ceará que contribui com a sujeira no litoral oeste. O lugar é um dos mais belos da cidade, e onde a situação é mais grave

Desavisados, os banhistas se expõem a várias doenças mergulhando em águas que, em determinados períodos, apresentam índices de poluição duas vezes maior que o tolerável, como é o caso do setor oeste, onde ficam alguns dos bairros mais pobres da cidade. Dos dez pontos analisados, somente um foi tido como próprio para o banho.

Foto: Daniel Aderaldo

Barra do Ceará, no litoral oeste de Fortaleza

O gestor ambiental da Semace, Lincoln Davi Mendes, afirma que a equipe que faz a coleta para os testes sobre a qualidade da água costuma avisar aos moradores do entorno sobre a situação. “O boca a boca funciona muito bem nesses casos”, defende.

Bombeiros resgatam golfinho ferido na região dos Lagos

Mamífero era uma fêmea que tinha tido filhote recentemente.


Um grupo de guarda-vidas do Corpo de Bombeiros de Cabo Frio (18º GBM), na região dos Lagos do Rio de Janeiro, resgatou um golfinho que encalhou na prainha do Morro do Vigia, no Peró, na orla da cidade, na quinta-feira (8). O mamífero morreu com sinais de afogamento, segundo o biólogo Jaílson Fulgêncio de Moura, do Gemm Lagos (Grupo de Estudos de Mamíferos Marinhos da região dos Lagos), da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

O soldado bombeiro Eduardo Moreno, que participou do resgate, contou que o golfinho estava sendo monitorado pelos guarda-vidas, e que já tinha ido parar nas pedras antes de encalhar na praia.

- Ele estava nadando perto da arrebentação e acabou sendo jogado pelo vento e pela maré nas pedras. Nós o devolvemos para o mar, mas depois ele encalhou na prainha.

Soldado Moreno disse que ficou surpreso com o golfinho.

- Tem uma época do ano que resgatamos muitos pinguins aqui, mas golfinho é mais difícil. E esse era bem grande, tinha mais de 2 m.

O biólogo, que também acompanhou o resgate, fez a necropsia do mamífero e colheu material para analisar as condições da morte. Os exames vão ser realizados pelo laboratório da Fiocruz, no Rio de Janeiro.

- Ele morreu de parada cardiorrespiratória, tinha muita espuma no orifício respiratório, pulmão e coração. Tudo indica afogamento, mas não tinha sinais de rede nem linha, que são as principais causas de afogamento dessa espécie.

Moura também constatou que o golfinho era uma fêmea adulta e tinha indícios de ter tido um filhote recentemente. Ela era da espécie Steno Bredanensis, conhecida como golfinho-de-dentes-rugosos.

Polícia prende quatro e apreende 900 canários em porta-malas no MS

Um dos suspeitos detido já tinha passagem por tráfico de animais


A Polícia Rodoviária do Mato Grosso do Sul apreendeu, nesta segunda-feira (15), 900 canários peruanos que estavam dentro dos porta-malas de dois veículos parados durante abordagem na cidade de Corumbá. Quatro pessoas foram presas e uma delas, segundo a polícia, já tinha passagem por tráfico de animais silvestres. 

Em depoimento, os suspeitos disseram que vieram da Bolívia e que receberiam R$ 3.000 pelo transporte dos animais. De acordo com os policiais, os presos entraram em contradição em vários momentos do depoimento e, por isso, os investigadores trabalham com a hipótese de que eles próprios venderiam as aves.
Os quatro envolvidos são de Minas Gerais.